Opiniões dos Leitores

O que vejo no II livro…

Quando os dias chuvosos da estação fria dão mote a uma viagem até Coimbra, Catita está longe de imaginar como muitas das suas certezas serão postas em causa. Enquanto percorre as ruelas, pátios e jardins da outrora capital do Condado, Catita dá por si deslumbrada com histórias de povos muçulmanos, e de como estes, com as suas conquistas e rotas de comércio, influenciaram tantos aspetos da nossa vida, da arquitetura à gastronomia, passando pela própria língua. Pela mão dos novos amigos, Leonor e Abel, Catita descobre que da integração das nossas diferenças se construiu a Nação à qual chamamos casa e que, apesar dessas diferenças, no essencial todos somos iguais.

Hugo Mira Martins, amigo da autora e amigo das Letras

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