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A conquista de Lisboa

Lisboa era, no século XII, uma das mais prósperas cidades comerciais muçulmanas.

Em 1147, D. Afonso Henriques e os seus homens, com o apoio dos cruzados, puseram cerco à cidade. Os Muçulmanos, no entanto, não se renderam com facilidade. Durante quase quatro meses resistiram às investidas dos Cristãos.

Entre outros estratagemas militares, os Cristãos recorreram a “máquinas de guerra”: catapultas para atirar pedregulhos à distância e altas torres de madeira, móveis, destinadas a transpor a fortaleza. Duas dessas torres, logo que levadas para junto dos muros da cidade, foram queimadas pelo fogo que os sitiados lançaram sobre elas. A terceira, uma torre com cerca de 27 metros de altura, teve melhor sorte. Protegida com peles de boi, de forma a resistir ao fogo e às pedras  que os Mouros lhe atiravam, permitiu que os Cristãos entrassem em Lisboa. O saque que se seguiu à conquista foi violentíssimo, sobretudo por parte dos cruzados, sedentos das riquezas que os Muçulmanos tinham acumulado.

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